sexta-feira, 12 de junho de 2015

Referências - Vídeos sobre Portifólio como Ferramenta


Referências - Vídeos sobre
Portifólio como Ferramenta






















O PROJETO - O uso de Blog´s como ferramentas na educação: Portfólio

O uso de Blog´s como ferramentas na educação: Portfólio

Introdução:
A internet nos proporciona uma ligação com o mundo inteiro de forma virtual, e por muitas vezes as TIC’s influenciam diretamente no comportamento dos estudantes na nossa atual geração Y, que são as crianças que já nascem em meio a toda tecnologia e recursos disponíveis para lazer, trabalho e estudo.
Cabe ao professor, utilizar as TIC’s a seu favor em prol dos alunos. Dessa forma o professor pode ter a Internet e as TIC’s não como um problema em sala de aula mas sim como uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento do aprendizado, e uma forma de se aproximar do mundo “real” da nossa geração Y.
Neste projeto iremos exemplificar o uso da ferramenta Portfólio online, por intermédio dos Blog’s na Internet, e como o professor deve utilizar essa ferramenta para construção participativa do aprendizado de seus alunos.

Publico Alvo: Alunos do ensino médio e Alunos de Graduação

Objetivos:
  • Incentivar a prática de construção de pensamentos, e registro de informações juntamente com as novas tecnologias;
  • Possibilitar o contato direto dos alunos com as TIC´s na Educação;
  • Criação de um blog onde os alunos poderão expor  seus textos e conteúdos trabalhados pelo professor;
  • Monitorar o andamento da turma com relação ao que está sendo retido do conteúdo aplicado.
Desenvolvimento:
  • 1ª etapa: Mostrar a importância o ato de criar um blog e utilizar as  novas tecnologias para o auxilio na educação;
  • 2ª etapa: Apresentar os diversos tipos meios tecnológicos que possibilita e facilitam a troca de informação (Aluno-Professor / Professor-Aluno);
  • 3ª etapa: Criar o cadastramento do aluno junto a um Blog, criando nosso Diário de Bordo;
  • 4ª etapa: Inserir os primeiros conteúdos ajuda deste recurso tecnológico, em nosso Diário de Bordo;
  • 5ª etapa: Avaliar e validar o conteúdo postado pelo aluno.
  • 6ª etapa: Dar o Feed-back ao Aluno da forma e do conteúdo postado em nosso Portifólio.
Conclusão:
Com a construção do Portifólio, haverá uma troca de informações e uma aproximação do aluno com o professor. O conhecimento se dará através do uso das TIC’s e o Aluno poderá acompanhar seus trabalhos e suas evoluções durante o período letivo, e terá um registro posterior de todo material utilizado e produzido por ele com nenhum custo financeiro envolvido por podemos utilizar softwares de livre acesso na Internet. O uso das TIC’s objetivo de proporcionar uma aprendizagem mais prazerosa e diferenciada.
Critérios de avaliação do portfólio: 
A avaliação será realizada através das observações e registros, durante cada inserção de conteúdo feita pelos alunos, orientando, corrigindo e dando o feed-back aos alunos, o professor poderá acompanhar o resultado advindo do entendimento de cada aluno sobre a disciplina ministrada. Serão levadas em consideração a clareza das ideias, objetividade, discussão e relação teoria/prática, inovação, criatividade, análise das mídias e  redes sociais, contextualização dos conteúdos vistos na disciplina e unidades de informação.


Apresentação - O Uso do Portifólio Online na Educação


Importância do registro feito pelo professor e pelo aluno para repensar a prática escolar.

A escrita é uma excelente forma de reflexão, seja para produzir o diário do professor ou o portfólio dos alunos. 


O registro do professor tem múltiplas formas e funções. Por ser um instrumento que pode guardar a memória de seu percurso profissional, possibilita voltar uma e outra vez às próprias práticas de uma forma mais distanciada, sem a presença das demandas e urgências do dia a dia da sala de aula. 


Essa escrita pode assumir o aspecto de um diário de classe, de um caderno de reflexões etc. Não importa a forma: registrar suas práticas permite que o educador identifique como seu repertório de ações foi se ampliando diante de diferentes questões. Tornar o próprio percurso um objeto de reflexão faz parte da formação do professor, porém com a ajuda das TIC's a ferramenta de portifólio pode se tornar uma via de mão dupla ajudando assim o aluno a construir e registrar seu pensamento durante as aulas.


A revisita às práticas permite que o professor possa identificar como costumava intervir em determinados momentos e como age agora para lidar com atividades de uma determinada área de conhecimento, gerir sua rotina ou até mesmo mediar conflitos.

Contudo, para que o registro possa cumprir essa função, é fundamental que ele seja produzido de forma sistemática. Caso contrário, perde-se a oportunidade de guardar dados importantes sobre o desenvolvimento de determinadas ações ao longo de um período. Outro aspecto crucial é o conteúdo a ser registrado, ou seja, as informações não podem ser descritas de forma breve ou descontextualizada, pois precisam ser compreendidas quando forem utilizadas, no curto ou no longo prazo. Quando o professor explicita suas ações e intenções, evidenciando os "porquês" e "para quês", pode encontrar outros significados, mesmo que elas tenham sido registradas há muito tempo. O aluno deve ser orientado a seguir os mesmos passos do professor registrando assim o seu conhecimento.


Ao produzir o registro, o professor organiza seu fazer e documenta sua história. A autora Madalena Freire afirma que "a escrita materializa, dá concretude ao pensamento, dando condições assim de voltar ao passado, enquanto se está construindo a marca do presente. É nesse sentido que o registro escrito amplia a memória e historia o processo, em seus momentos e movimentos (...)."


Pensar sobre a própria prática é um bom caminho para identificar o seu fazer pedagógico, reconhecer características específicas da faixa etária com a qual trabalha; averiguar quais situações propostas foram mais potentes para a aprendizagem das crianças e o que havia de comum entre elas etc. Pouco a pouco, o professor constrói aquela que é sua teoria, sua maneira de explicar as formas de ensino e aprendizagem, para depois dialogar com outras teorias e explicações. 

À medida que o professor analisa sua prática, faz registros e relê seus escritos, pode tornar-se cada vez mais reflexivo. Lino de Macedo escreve que "(..) refletir é ajoelhar-se diante de uma prática, escolher coisas que julgamos significativas e reorganizá-las em outro plano para, quem sabe, assim podermos confirmar, corrigir, compensar, substituir, melhorar, antecipar, enriquecer, atribuir sentido ao que foi realizado."

Enquanto desenvolve o trabalho com os alunos, os professores atendem demandas simultâneas: envolvem o grupo para que todos participem, ouvem atentamente as falas de cada um, medeiam as construções de saberes com intervenções individuais ou coletivas, ajudam a resolver conflitos etc. Esta é a dinâmica de sala de aula - intensa e diária - em que o professor organiza a própria atuação e a do grupo. Quando o professor aproveita o momento sem essas interferências para eleger o que quer deixar por escrito, cria um ambiente favorável para uma reflexão mais profunda sobre o tema e sua prática. Da mesma forma o aluno deve criar um passo a passo dos estudos feitos em sala de aula, para que o professor possa acompanhar se os dois estão caminhando juntos e poder corrigir "ruidos" nas comunicações entre eles. O documento com o percurso trilhado pelos alunos dá ao educador informações preciosas sobre ensino e aprendizagem, além do acompanhamento simultâneo das progressões e dos desafios enfrentados por eles. 

Os alunos devem participar desde o início do processo de elaboração e de construção do portfólio para que o registro faça sentido para elas. É importante compartilhar com o grupo a proposta, apresentando o suporte que será utilizado, no nosso caso utilizaremos as TIC's como ferramentas, o uso do portifólio online criado dentro de um Blog cabe ao professor explicar que ali serão registradas as aprendizagens de cada um ao longo de um determinado tempo. 

Além disso, o portfólio pode contribuir  muito para o trabalho do professor que assumirá o grupo no próximo ano letivo. Isso o ajudará a dar continuidade ao processo de aprendizagem dos alunos, uma vez que ali estarão registrados momentos importantes do desenvolvimento de cada uma. 

Outra possibilidade interessante é que o mesmo portfólio seja alimentado todas as semanas de modo a acompanhar o desenvolvimento durante toda sua permanência no curso. Esta é uma rica oportunidade para que ela construa sua história da mesma forma que o professor constrói sua trajetória ao produzir um registro permanente de suas ações.  



A seguir ... links de outros autores sobre o 

mesmo assunto abordado (Portifólio)








Referências - A importância das TIC's na Educação



Referências de Outros autores
Sobre o uso das TIC's





Autor: Ana Paula Rocha de Andrade Orientador: Bruno Saback Gurgel Data: 11-06-11 Resumo: O uso das tecnologias nas escolas em especial a internet e o computador se amplia nesse novo cenário do século XXI, no entanto, não é de hoje que pensadores e pesquisadores vêm falando deste assunto. Com o avanço da globalização a tecnologia passou a ser inserida no cotidiano e as informações e os conhecimentos chegam com maior intensidade e freqüência até nós por meio dos computadores e da internet. Este trabalho discute a importância do uso dessas tecnologias na educação de jovens do ensino fundamental.




Autor: Solange Campelo Girardi Orientador:Bruno Saback Gurgel Data: 11-06-11 Resumo:O objetivo desse estudo é problematizar o campo das tecnologias educacionais, enfatizando para a formação continuada tecnológica dos docentes com o objetivo fundamental de exercer o processo ensino-aprendizagem com qualidade, que tem como princípio a transferência cultural, para que as pessoas estejam aptas a viverem em sociedade com a capacidade de desenvolver suas potencialidades, e consequentemente a evolução da sociedade; cidadão capaz de serem responsáveis pelo seu próprio desenvolvimento e que possam interpretar, criticar, modificar paradigmas, pelos quais o mundo globalizado, inserido de diversas tecnologias, constantemente passa. 



Biblioteca escolar infantil : organização da informação frente à tecnologia


Autor: Jordanne Gonçalves dos Santos Orientador: Ivette Kafure Muñoz Data:1-07-10 Resumo: Trata da inserção da tecnologia no universo infantil, especialmente na educação infantil por meio de implantação de uma biblioteca eletrônica nas bibliotecas tradicionais de escolas infantis, jardins de infância, creches, pré-escolas e demais instituições equivalentes que fornecem educação para crianças de 0 a 6 anos de idade. Aborda conceitos de educação, educação infantil, biblioteca eletrônica, virtual e digital. Fala da importância da organização da informação nas bibliotecas escolares infantis com o uso da tecnologia e a contribuição do bibliotecário neste contexto. Apresenta proposta de como iniciar a biblioteca eletrônica na escola infantil.



EaD : democratizando a educação através da modalidade a distância


Autor: Raquel Caixeta Faria Orientador: Anne Caroline Dias Neves Data: 11-06-2011 Resumo: Este estudo sobre Educação a Distância vem juntar-se a muitos outros, que visam analisar o processo educativo da EaD, que almejam conhecer seu funcionamento e passar a compreendê-lo. Para aqueles que nela acreditam como modelo capaz de permitir a formação de professores, este dispõe de diversas informações, esclarecimentos e incentivos. A Educação a Distância (EaD) trata-se de aulas não presenciais, ou com poucos encontros presenciais. Atualmente esta modalidade de ensino mostra-se tão eficaz quanto a presencial, onde o tabu de desconfiança já foi quebrado por muitos povos. É um fato importante em todas as partes do mundo a necessidade da democratização do saber, da introdução de novas formas de ensino e de aprendizado (scheer, 1999). É um sistema de comunicação bidirecional, que substitui a interação pessoal na sala de aula, entre professor e aluno, sendo hoje um meio preferencial de ensino, tanto pela ação sistemática e conjunta de diversos recursos didáticos, quanto pelo apoio de sua organização e tutoria que propiciam a aprendizagem independente e flexível dos alunos (gracia, 1994).






Autor: Carla Inez Lima de Freitas Orientador:Margarete Axt Palavras-chaves: ambiente de aprendizagem-brinquedo-computador na educação-criatividade-educação infantil Data da defesa: 2008 Instituição:Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia. Resumo:O foco dessa investigação são os processos de produção de sentidos a partir dos enunciados de alunos, em processo de alfabetização, quando em interação com tecnologias disponíveis no laboratório de informática de uma escola localizada na periferia de Porto Alegre. As tecnologias utilizadas são o uso do computador para a escrita e o desenho, os softwares e os jogos online acessados pelas crianças no laboratório de informática. Os sentidos que ressoaram durante a realização da pesquisa foram: as relações de brincar e o computador como brinquedo, a possibilidade de decisão como construção de autoria, na relação da criança com o domínio da tecnologia e as inferências que aparecem no manuseio dos computadores e sofwares possibilitando, de certa forma, o avanço nas habilidades de escrita e leitura, entre outras. 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Disciplina de Catalogação

Catalogação no século XXI.









Seminário referente a disciplina de RD1 – Representação Descritiva, do curso de Licenciatura em Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO. Tema: Catalogação no século XXI. Docente: Brisa Pozzi.


LISTA DE SIGLAS


AACR – Anglo-American Cataloguing Rules
AACR2 – Anglo-American Cataloguing Rules, second edition
BL - British Library
CAN/MARC - Canadian Marc
LC - Library of Congress
MARC - Machine-Readable Cataloging
NLC - National Library of Canadá
RDA - Resource Description and Access
USMARC - US Machine Readable Cataloging
FGV – Fundação Getúlio Vargas.






















SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ............................................................................................ 5
2 CATALAGOÇÃO NO SÉCULO XXI.............................................................5
2.1 MARC21.....................................................................................................5
2.2 AACR2........................................................................................................6
2.4 CATALOGAÇÃO COOPERATIVA.............................................................7
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS .........................................................................8
REFERENCIAS ...............................................................................................9
























1 INTRODUÇÃO

O avanço da tecnologia influenciou diretamente em muitas áreas da biblioteconomia, com a catalogação não foi diferente. Após inúmeros marcos nos séculos anteriores que vieram moldando a catalogação até a forma atual, podemos apresentar alguns detalhes que fazem toda a diferença na catalogação no século XXI.

A catalogação descritiva, ao longo de sua história, permeou vários estágios, em relação à sua importância, no âmbito da Biblioteconomia, porém, nunca deixou de ser extremamente metódica e minuciosa. (CORRÊA, 2008)




2 CATALAGOÇÃO NO SÉCULO XXI


Seria impossível falar de catalogação nos dias atuais e não criar a remissiva com o programa MARC21, a AACR2 e a Catalogação Cooperativa. Segundo Barbosa (1978) o formato MARC é:

[...] Método de organizar dados, de tal forma que um registro bibliográfico e os dados nele contidos possam ser identificados pelo computador. A existência de um formato é essencial para a catalogação legível por computador. (BARBOSA, 1978)


Aparentemente, um dos mais relevantes é o relacionamento entre os diversos registros, que permite recuperar, por exemplo, assunto, autor, título de uma obra em diversos suportes existentes na base de dados, ou diversas obras sobre um assunto em um único ou diversos suportes


2.1 MARC21

Próximo ao final do século XX a BL, a LC e a NLC, deram início a uma revisão em seus formatos de intercâmbio, USMARC, MARCII e CAN/MARC visando a criação de um único formato. Após estudos e revisões nos formatos atingiram finalmente o objetivo da elaboração de um único formato, publicando em 1999 o MARC21, foi usado como sigla o número 21 pois o século XXI estava próximo e poderiam destacar mais uma a ideia do formato internacional.

O formato MARC e o código de catalogação AACR2 se completam. O AACR serve como padrão externo para inserir conteúdo no formato MARC. As áreas do AACR contemplam os campos do MARC. Portanto diante à uma planilha vazia do MARC, com o código de catalogação na mão e a formação de bibliotecário, é possível realizar a descrição física de um material sem grandes transtornos. (X SNBU, 2008)

No Brasil foi adotado o formato MARC em consequencia disso temos a  importância da criação de softwares específicos com este formato, para utilização em bases de dados bibliográficos. Os softwares específicos para armazenamento e processamento dos catálogos de acervos bibliográficos foram elaborados para reproduzir e substituir os catálogos manuais, e todas as suas características. Para torná-los o mais próximo dos catálogos manuais, a tecnologia deve prever todos os processos possíveis.

A padronização da descrição bibliográfica também se tornou imprescindível por ampliar a eficiência dos softwares e melhorar seu desempenho. Dos softwares que utilizam o formato MARC 21, podemos destacar três, utilizados por grandes instituições de ensino brasileiras, que possuem grandes acervos e necessitam alterações freqüentes. São eles: Pergamum, Aleph e Virtua. Novas versões dos softwares são geradas a partir as necessidades dos usuários.


2.2 AACR2

A AACR2 veio para sanar um problema identificado na AACR, que era de incorporar novos suportes informacionais e estabelecer novos padrões para dar conta d enorme demanda gerada pelo aprofundamento do processo de Globalização da economia e da informação, potencializado sobretudo pela Revolução Digital, que, embora tivesse início ainda no fim século XX, tornou-se efetivamente uma revolução no século XXI.
Os computadores vieram para sanar a dificuldade no acesso as informações para um número maior de usuários decorrente das mudanças causas pela tecnologia, atualmente temos a questão de novos suportes como Tablets, Ipod’s, Smartphones, TV Smarts e tantos outros equipamentos que podem ter acesso a todas as informações lançadas na rede, mas sempre há a necessidade do Controle Bibliográfico Universal.
Segundo Barbosa (1978), para que os dados catalogados possam  ser processados pelo computador  é necessário coloca-los m forma legível, gerar a devida identificação para depois manipular no computador.

2.4 CATALOGAÇÃO COOPERATIVA

Por fim temos a catalogação cooperativa que obedece as normas “ao pé da letra” pois não seria possível realizar a catalogação cooperativa com objetivo de gerar catálogos coletivos que necessitam de registro padronizados para desempenhar sua função de forma eficaz atendendo prontamente o usuário. Durante o século XXI, temos a consolidação de um marco muito importante para catalogação, chamado de “Catalogação Cooperativa” onde todos participam. Nesse caso seria usada a tecnologia para uma troca rápida e precisa de informações visando a pronta recuperação das informações e evitando a recatalogação do mesmo item.


O trabalho isolado há muito tempo perdeu sua razão de ser. A
cooperação aplicada à catalogação vem transformando-a pouco a pouco, numa disciplina revestida de novas características. Anteriormente, a função da catalogação era apenas a de server como veículo de registro das coleções; sua redação trabalhosa e complicada tornava-a uma tarefa quase que indesejável. Hoje sistematizada e adaptada às técnicas modernas, alia à sua função anterior, a de servir também como veículo de transmissão da informação. (BARBOSA, 1978)




Segundo Barbosa (1978) já se pensava na catalogação de uma forma cooperativa onde todos incluiriam informações e o projeto não fosse trabalhado de forma isolada, anos depois temos com a presença da tecnologia a possivel consolidação desta idéia. Temos grandes exemplos de catalogação cooperativa junto as redes de bibliotecas, sendo um grupo de
bibliotecas da mesma região ou mesmo tipo, que compartilham recursos e custos e possibilitam o desenvolvimento de serviços e programas cooperativos.
Um Exemplo de catalogação cooperative vem diretamente do BIBLIODATA (Maior base de dados do Brasil) é Administrada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) tem cerca de 60 instituições cooperando, aproximadamente 1,6 milhões de registros e o acesso é mediante fechamento de contrato


3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A tecnologia veio para ajudar a classificação trazendo inumeras ferramentas e tentando sanar problemas. Com o advento dos softwares a biblioteca ganhou maior automação e pode utilizar de forma mais ampla os recursos que a biblioteca já oferia localmente, dando visibilidade e trazendo os usuarios para dentro da biblioteca esse efeito é sempre exponencial, em breve teremos novos problemas que poderemos novamente usar a tecnologia como auxilio.










REFERÊNCIAS


X SNBU - Gestão de bibliotecas universitárias: estratégias para um novo tempo. Universidade Federal do Ceará (UFC), Biblioteca Universitária; Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Biblioteca e Associação dos Bibliotecários do Ceará (ABC), Fortaleza,1998. Anais… Disponível em: <http://www.biblioteca.ufc.br/snbu/snbu1998.zip>

MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 1995.

MEY, Eliane Serrão Alves. Catalogação no plural. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2009.

BARBOSA, Alice Príncipe. Novos rumos da catalogação. Rio de Janeiro:
BNG/Brasilart, 1978.


CORRÊA, Rosa Maria Rodrigues. Catalogação descritiva no século XXI: Um estudo sobre o RDA. 2008. 56f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. Faculdade de Filosofia e Ciências. Universidade Estadual Paulista, campus Marília, 2008. Disponível em: <http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/correa_rmr_me_mar.pdf>. Acesso em: 27 set. 2013.